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Baixa umidade do ar pode causar ou agravar as doenças respiratórias.

 

 

Doenças respiratórias

Para a OMS, o ar deve ter 40% a 60% de umidade para que se possa respirar bem.

 

Para a OMS, o ar deve ter 40% a 60% de umidade para que se possa respirar bem. A falta de chuva nesta época, porém, faz com que a umidade relativa do ar caia muito e a poluição aumente. Isso resseca as vias respiratórias e reduz o muco que as recobre e protege, abrindo espaço tanto para o surgimento quanto para o agravamento de doenças como rinite, sinusite e bronquite.

 

Como ocorre quase todo ano no inverno e começo da primavera, a mídia tem dado muito destaque à baixa umidade do ar em algumas áreas do Brasil, como São Paulo e Brasília. O fenômeno não apenas favorece o surgimento de grande número de incêndios País afora, com prejuízos para o meio ambiente, como também coloca a saúde da população em risco.

 

A umidade do ar, vale relembrar, representa quanto de água na forma de vapor há na atmosfera em um determinado momento em relação ao total máximo que poderia haver, na temperatura observada. Umidade relativa de 50%, por exemplo, significa que faltam 50% para atingir a capacidade de retenção total de vapor de água no ar.

 

O ideal, para se respirar com conforto, é um índice entre 40% e 60% — nem seco nem úmido demais, que também pode ser prejudicial à saúde. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que se declare “estado de atenção” quando a umidade relativa do ar está em 30% a 20%. Já o “estado de alerta” deve ser decretado quando fica entre 20% e 12%. E o “estado de emergência”, finalmente, deve ser decretado se a umidade cai a 12% ou menos.

 

O ar seco por longos períodos, como se sabe, dificulta a dispersão dos poluentes. Nas cidades grandes, sobretudo, a situação fica difícil. A população pode ter ressecamento na pele e na boca, tosse seca, falta de ar, vermelhidão nos olhos, irritação na garganta e cansaço.

 

O clima seco e poluído tanto pode causar quanto piorar as doenças do aparelho respiratório, como rinite, sinusite, asma e bronquite. Isso pelo fato de ressecar as vias respiratórias e reduzir o muco que recobre sua mucosa, o que favorece a proliferação de vírus e bactérias e, portanto, as infecções. Todos sofrem, claro, mas sobretudo as crianças, cujo sistema imunológico ainda está em formação; os idosos, cujas defesas orgânicas estão em declínio; e imunodeprimidos em geral. Já o ressecamento da pele pode tanto provocar quanto agravar a psoríase, que se caracteriza pelo surgimento de placas avermelhadas, secas e descamativas no órgão. E o ressecamento dos olhos, naturalmente, pode agravar a situação dos portadores de olho seco.

 

Felizmente, é possível evitar problemas em períodos de baixa umidade relativa do ar com algumas medidas básicas. Hidrate-se bem, tomando pelo menos 2 litros de água, água de coco ou bebidas isotônicas por dia. Esteja atento para que idosos e crianças que vivem com você não se descuidem da hidratação. Coloque uma bacia com água em casa para umedecer o ambiente. Abra diariamente as janelas para ventilar a casa e entrar um pouco de sol. Não use carpete nem tapetes no quarto de dormir, que acumulam poeira, ácaros e fungos. Hidrate o nariz à vontade com soro fisiológico na concentração 0,9% de cloreto de sódio. Evite atividades ao ar livre e exercícios físicos entre as 10h00 às 16h00. Use  creme hidratante e protetor solar todo dia.

 

Pessoas que apresentam as vias respiratórias ressecadas, sangramento nasal e cansaço por mais de dois dias, enfim, devem consultar um médico otorrinolaringologista. Também quem teve uma doença respiratória agravada precisa buscar ajuda do especialista. Ele os instruirá sobre como aliviar os incômodos e evitar o aparecimento e/ou o agravamento das moléstias citadas.

 

 

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